Anna e o Beijo Francês (Anna and the French Kiss) – Stephanie Perkins

Oi! Espero estar me organizando melhor pra não liberar as resenhas tão tarde, mas ainda temos que ter certeza, né? Como ando no clima pra ler romances, hoje é dia de um bem fofinho, que li em 2013: “Anna e o Beijo Francês”.

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“Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto – que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?”

Peguei esse livro pra ler bem despretensiosamente, mas acabei por me afeiçoar por motivos de: Paris. Sempre quis conhecer a Cidade Luz, e ali eu comecei a me sentir uma parte do universo histórico dessa cidade maravilhosa, e minha vontade de viajar aumentou ainda mais! Como a história é fofa – e deu uma ligeira sacaneada no Nicholas Sparks – eu me diverti com ela!

Bom, a história da Anna é bonitinha por causa do interesse amoroso dela, o St. Clair – a Anna em si é uma menina bem bobinha no início da história, não querendo aproveitar as oportunidades que a vida oferece; tudo bem que não é todo mundo que tem vontade de se mudar pra longe, especialmente para outro país, mas ela passa tanto tempo choramingando sobre isso, mesmo quando já está na França, que eu quis dar uma sacudida nela e dizer “menina, já tá aí agora aproveita!”! Acho que das personagens do livro a mais sem gracinha é ela, mas o troféu “chata de galochas” vai pra Meredith, a primeira amiga que ela faz em Paris – e que não desconfia que St. Clair não está nem aí pra ela e fica toda chateada quando ele se apaixona pela Anna. Talvez eu não tenha mais paciência pra esses dramas típicos de quando a gente tem 14 anos, mas não gostei desse conflito em particular.

A narrativa é bem simplezinha de entender, nada de rebuscado ou fantástico, então posso dizer, com segurança, que qualquer um acompanha a história – pelo menos em termos de facilidade de leitura. Já sobre o público que possa realmente se interessar não posso dizer o mesmo: acho que pré-adolescentes podem gostar mais, assim como pessoas que gostem muito de romances água-com-açúcar. Eu até gosto, mas depender da época: quando li eu achei fofo, mas não estava tão propícia assim, então achei vários defeitos. Se lesse hoje, com a vontade que ando de historinhas mais suaves, talvez achasse um tantinho melhor. Não muda o fato de que é um livro bonitinho, bom pra passar o tempo! Recomendo!

Espero que tenham gostado! Bom resto de semana para todos nós e até a próxima!


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