Box 21 (Box 21) – Roslund & Hellström

Oi fofos! Como é que vocês estão? Minha primeira semana tem sido corrida como toda primeira semana de alguma coisa, só que agravada por um torcicolo que não me larga! Só que com ou sem torcicolo eu não podia deixar de vir aqui contar pra vocês sobre “Box 21″, um romance dos autores Roslund e Hellström (eles são suecos).

Bom, eu tinha lido a resenha dele lá no Menina da Bahia, e algum tempo depois saiu uma promoção: a gente criava um frase respondendo como era o nosso mundo, usando títulos de livros criados pela editora Planeta e concorria a um exemplar do livro e a um outro lançamento daquele mês da Planeta. Eu participei e… ganhei! Com essa frase, ó:

“Meu mundo é feito de “Contos para presentear pessoas sensíveis” (Enrique Mariscal), onde “Tudo vai dar certo” (Cesar Romão) e onde “A sabedoria da tartaruga” (José Luis Trechera) mostra que “Sonhos existem para serem realizados” (Cesar Romão). Meu mundo é “Mais doce que o mel” (John Penberthy), é como “Uma viagem entre o céu e o inferno” (Luiz Humberto Leite Lopes), e onde ” Emoção, afeto e amor” (Fernando Monte-Serrat) são “Tudo e mais um pouco” (Bonnie Fuller) para uma “Trajetória de sucesso” (Delair Zermiani). Meu mundo é “A Revolução” (Osho) que mostra que “O espírito do leão” (Enrique Mariscal) ensina “A arte de lidar com pessoas” (Jamil Albuquerque). Meu mundo é “A próxima grande sensação” (Johanna Edwards) onde dizemos “Desculpa se te chamo de amor” (Federico Moccia) apenas para escapar da próxima “Sedução” (Nicole Jordan). Meu mundo é “A terra dos vampiros” (John Marks), onde “Um mago” (Fernando Morais), “Um escolhido” (João Roberto Basílio), me mostra “Tudo abaixo do céu” (Matilde Asensi). Meu mundo é “O livro secreto do banheiro feminino” (Jô Barrett), onde ver “A rosa de inverno” (Patricia Cabot) é “Uma questão de fé” (Jodi Picoult). Meu mundo é lindo! Nele eu sou “Muito mais que uma princesa” (Lee Guhrke)!”

Lydia Grajauskas acaba de receber mais um cliente. Ela vai ao banheiro, se lava e toma dois comprimidos com um copo de Vodka. Mal tem tempo de se recuperar e tem de receber mais um, se não quiser ser castigada por Dimitri-cafetão-canalha. Ela está cansada dessa vida, e para fugir dela tem feito “extras” para os clientes a troco de dinheiro, que vai sendo cuidadosamente guardado no Box 21 na estação central. Só que Dimitri descobre, e a castiga com chicotadas por toda a extensão das costas. Só não nas nádegas. Lá, ele quer mostrar quem manda.

Ewert Grens acaba de sair da clínica. Anni continua do mesmo jeito, e nunca vai melhorar. Jochum Lang vai ser solto, e ele precisa pensar em um jeito de mandá-lo de volta para a cadeia. Precisa vingar Anni e lavar a alma do que aconteceu no passado. Ele vai para a casa de seu amigo Bengt Nordwall para o café, como sempre faz, e pensa no passado. Os caminhos dos dois vão se cruzar. Mas de que modo, e como tudo vai terminar?

Uma prostituta espancada, policiais corruptos e honestos, a máfia das drogas e o tráfico de mulheres são tratados nesse romance super bem escrito. Os autores realmente entendem sobre o que estão falando, e mostram a situação de cada uma dessas pessoas, que poderiam muito bem ser reais. O livro é denso, pesado mesmo; tem cenas tão realistas e violentas que eu tinha que parar a leitura um pouco pra respirar, de tão impressionada que ficava! Um livro excelente, que me deixou com os olhos grudados em cada página, e que eu recomendo pra quem tem um coração forte!

Eu gostei do livro de verdade, só que fiquei pensando se vai ter uma continuação, já que uma ou duas coisas não ficaram muito bem amarradas. Eu não li “A Besta”, que é dos mesmos autores, mas parece que o detetive Grens está nele também, então acho que não parou por aí… e se tiver uma continuação eu lerei, lógico ;)

Gostaram? Espero que sim! Vou indo nessa já que tenho um milhão de trabalhos pra fazer! Beijos a todos e até a próxima!


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