Doces Momentos (Passion’s Promise) – Danielle Steel

Oi! É segunda, uma nova semana começa, e eu tenho esperanças grandes pra ela. Esperança, aliás, é uma palavra bem chave pra mim, e já que estava pensando sobre isso, resolvi falar sobre um livro que não deixa de tocar nesse tema. É dia de Danielle Steel aqui no blog, com “Doces Momentos”.

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Desculpem pela qualidade da imagem! Eu não tenho o livro e só achei essa daqui. Assim que puder troco por uma melhor!

“Descendente da nobreza britânica e da aristocracia americana Kezie Saint Martin, que herdara a incalculável fortuna dos pais, era sempre o centro das atenções onde quer que se encontrasse, mas sentia-se só, cansada de um mundo que considerava falso e sem emoções. A sua vida muda radicalmente quando conhece Lucas Johns, um ex-presidiário por quem se apaixona e que transforma a sua vida. É ele que lhe dá força para enfrentar e romper com um destino aristocrático que lhe tinha sido imposto. Ampara-se nele mas, um dia ele é derrubado e ela sente-se como se estivesse também a cair. Sozinha e devastada pelas lembranças pensa que tudo está perdido, mas o destino encarrega-se de lhe mostrar que afinal está enganada.”

Já devo ter repetido milhões de vezes que não tenho preconceitos literários. Pois é, não tenho mesmo, mas as pessoas que me cercam têm, e muito: já consigo ver as caretas com a resenha desse livro, que, na verdade, é bem legal. Eu o li quando era bem novinha, num dia em que estava na biblioteca pública que fica perto da minha casa. Devia ter uns 13, 14 anos e achei que a sinopse era interessante: peguei pra ler, fui apresentada aos romances-românticos-água-com-açúcar e comecei a entender que nem sempre as coisas têm o final feliz que a gente espera. Pois é, esse livro não termina como pensamos.

A narrativa da Danielle Steele é muito boa, fácil de entender e que te prende. Ficava doida pra saber o que ia acontecer com a Kezia, como ela ia resolver a situação dela com o Lucas e como os dois fariam pra ficar juntos – porque eu tinha certeza absoluta que eles ficariam juntos, não tinha dúvidas na minha cabeça sobre isso. Além disso, achei a tradução muito charmosa – acho que foi a primeira vez que eu prestei atenção nisso -, porque os apelidos do Lucas para a Kezia não tinham sido traduzidos, então cada vez que acontecia um diálogo entre os dois e ele a chamava de “lady”, “baby” ou “love” eu achava super romântico (sejam bonzinhos comigo, eu era uma pré-adolescente romântica).

As personagens são bem humanas, cheias de seus defeitos e problemas, e isso definitivamente adicionou ao charme da história, que me pareceu passível de acontecer – talvez hoje eu não achasse o mesmo, mas naquela época me pareceu bem razoável. Achei que, no geral, é um livro bonito. Cheio de amor, de tentativas de dar certo, de uma escrita legal e de personagens críveis. Podem franzir a cara, mas eu tive uma boa experiência com a autora, e pretendo ler mais alguma coisa dela no futuro!

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos nós e até a próxima!

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