E Se Fosse Verdade… (Et si c’était vrai…) – Marc Levy

Oi! Sei que hoje é feriado, a maioria das pessoas está aproveitando os três dias de folga pra viajar e provavelmente nem vai pegar em um livro, mas como estou de cama e muito triste, resolvi vir aqui resenhar pra tentar me animar. Escolhi um livro triste pra combinar com meu humor, então hoje é dia de “E Se Fosse Verdade…”.

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Capa antiga e nova do livro. Eu tenho a antiga, mas acho a nova mais bonita!

“A história se passa em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar de seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquiteto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la. Inicialmente se recusando a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.”

Bom, a história do livro é bem parecida com a adaptação hollywoodiana estrelada pela Reese Witherspoon e pelo Mark Ruffalo, bem doce e bonita, mas incrivelmente triste. Acho que é até um pouco mais triste, porque o filme tem um final feliz mais óbvio que o livro. A narrativa é muito boa, clara, simples e daquele tipo que prende o leitor. O tema é delicado, pois até de eutanásia o livro fala, mesmo que de leve, e a habilidade narrativa do Levy me surpreendeu muito, pois ele tratou tudo com muita delicadeza, e o final – feliz, ou com um prospecto de felicidade – foi bastante coerente com a história.

As personagens são ótimas! Adoro o modo como Lauren é toda brava e workaholic e como Arthur é descrente até não poder mais até que conhece e se apaixona pelo espírito de Lauren. Gostei muito do melhor amigo de Arthur, Paul, que é super engraçado, meio sem saber lidar com a situação de seu amigo falando sozinho e aparentemente enlouquecendo. A mãe de Arthur também tem um papel importante, mas não vou contar o motivo.

No geral, gostei muito do livro. É doce e meio introspectivo, me conquistou de verdade! Recomendo bastante, mas preparem os lenços: algumas partes são de partir o coração!

Espero que tenham gostado! Bom fim de semana, bom feriado, e boa sorte para minhas bailarindas, que dançam amanhã! Arrasem, como vocês sempre fazem! Amo vocês! =)


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