Em Chamas (Catching Fire) – Suzanne Collins

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Oi! Essa foi uma semana corrida e turbulenta, e como estou cansada e elétrica hoje (é, tudo-ao-mesmo-tempo-agora), acho que o livro da vez vai combinar com meu estado de espírito. Vamos de “Catching Fire”, segundo volume da série The Hunger Games (Jogos Vorazes) – e minha mea culpa antecipada pelos termos em inglês, já que minha edição não é brasileira.

Catching_fire

“Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.”

A maioria das séries de livros lançadas nos últimos tempos, na minha singela opinião, não precisariam de uma continuação, podiam acabar no primeiro volume mesmo ou no máximo no segundo. Sei que isso é uma estratégia dos autores para promover e faturar mais com suas séries ao mesmo tempo em que agradam aos fãs que se apaixonam pela história ou pelas personagens, mas em muitas séries que iniciei isso se torna super irritante, já que você não vê a conclusão da história nunca, sempre aparece alguma coisa a mais (vide House of Night, que está na minha “geladeira” de séries literárias até que a conclusão finalmente saia). Isso, no entanto, não me incomodou nessa série, já que o fim do primeiro livro abre as portas para uma revolução em Panem, e não dava pra simplesmente encerrar a história sem que houvesse um fecho decente.

Em “Catching Fire”, por causa da “Quarter Quell”, a rodada “especial” de jogos que acontece a cada 25 anos, somos apresentados aos antigos vencedores, pessoas que tentam lidar com as mortes que cometeram da melhor maneira que podem, e é aí que tive mais pena de Haymitch, já que ele sofre com os mesmos problemas. Das novas personagens, gostei especialmente de Finnick, competidor do Distrito 4 que se alia à Katniss e Peeta. Gale já me dava um pouco nos nervos desde o livro anterior, e eu só senti tudo piorando nesse volume. Acabei descobrindo, no terceiro, o motivo de eu não ir com a cara dele, mas essa fica pra próxima resenha.

The Hunger Games é uma trilogia muito boa e bem fundamentada, e até o triângulo amoroso tem lá suas fundamentações, que vou comentar melhor na resenha do último volume da série, Mockingjay. “Catching Fire” seguiu bem a linha de narrativa do primeiro livro, e conduziu ao segundo com maestria. Recomendo especialmente se você, como eu, gosta de distopias! É uma das boas!

Espero que tenham gostado! Bom resto de semana e fim de semana! Até a próxima!

The Hunger Games”:

01- The Hunger Games

02- Catching Fire

03- Mockingjay

P.S.: Pra quem gosta de adaptações cinematográficas, aqui o site oficial do segundo filme, pra acompanhar a produção e as novidades das filmagens.


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