Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 1

Oi gente! Eu sei que o objetivo do blog é fazer resenhas literárias, mas o nome do blog é “O mundo da Marina”, e se tem duas coisas que fazem parte do meu mundo, essas coisas são cinema e Harry Potter, então vim até aqui dar a minha opinião mais sincera sobre o filme.

Se você quer ler uma postagem sem spoilers(esse post vai ter alguns, sinto muito!), clique aqui, se não, continue lendo até o final^^

Bom, o filme já começa com uma cena forte, que não está no livro(não descrita, pelo menos, só se faz menção ao acontecimento) mas que fez bastante sentido para a história: a Hermione apagando as memórias dos pais. Eu senti aquele apertinho na garganta, de querer chorar sabe? Me emocionou muito a coragem dela. A sequência da primeira parte inclui todos os acontecimentos do livro até o momento do enterro do Dobby, e termina com Voldemort pegando a Varinha das Varinhas, então o filme ficou com um corte emocionante, na minha opinião.

Eu amei o fato de essa adaptação ter sido tão fiel ao livro, mas tem um problema pra quem não é fã dos livros, ou não conhece a história: as referências aos fatos dos livros anteriores que não foram mostrados nos filmes anteriores são muitas, o que pode confundir. Óbvio que não é meu caso, sou fã da série e já li cada um dos livros (menos o quinto e o último) mais de 100 vezes cada (podem rir. Eu releio até hoje.), então foi apenas um prazer ver as personagens tomando forma.

Gui Weasley aparece nesse filme (lógico, né, afinal ele se casa!), mas Carlinhos não, o que me deixou meio decepcionada. Tem uma cena com a Gina e o Harry que foi mais ou menos… “oi?” mas que eu amei! Foi na cozinha, e ela chega vestida pro casamento e pede pra ele fechar o vestido dela. A cara de sem graça que o Daniel fez foi muuuuito cômica!

Eu chorei com as mortes do Olho-Tonto, Edwiges e Dobby, sendo que a da Edwiges foi tão rápida que eu até assustei, mas mesmo assim foi a coisa mais triste que eu já vi (só conseguia pensar na Penélope, que também é branquinha, credo!)! Eu ri em alguns momentos, como por exemplo quando Rony toca piano com Hermione (claramente tentando impressioná-la) e parece que vai quebrar as teclas, ou quando, depois do ataque dos Comensais na rua de Londres onde eles foram parar, quando a Hermione reclama que não conseguiram comemorar o aniversário de Harry, e conta que ela e Gina tinham feito um bolo.

Uma das cenas mais adoráveis é a cena em que Harry quer animar Hermione, que está devastada pela partida de Rony, e dança com ela. Daniel parece ter melhorado desde o Cálice, que foi sua única cena de dança na franquia, mas não tanto assim. A cena em que se conta a história dos Três Irmãos, e consequentemente das Relíquias, é muito boa, foi feita uma animação, e eu vou querer em DVD só pra ver essa animação várias vezes!

Eu poderia ficar horas falando sobre o filme, sobre o efeito que ele causou em mim, e sobre como Harry Potter mudou a minha vida, mas eu não posso. Não posso porque me conheço, e sei que vou chorar, porque com o fim dos filmes no ano que vem, o último resquício dos melhores livros que eu li na vida, os últimos resquícios da minha infância e adolescência irão embora, e eu quero deixar meu luto para o final. Harry Potter mudou o mundo, e me mudou, também. Daqui a muitos anos, eu sei que continuará mudando as pessoas, e passando as mensagens tão lindas que sempre passa para todos nós. E eu sei que alguma outra menina, comum, de cabelos e olhos castanhos e apaixonada por leitura vai ler esse livro, e quem sabe, sentir as mesmas coisas que eu senti. Desculpem pelo post.

Marina


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