Moby Dick (Moby Dick) – Herman Melville

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Oi! Já falei aqui da minha obsessão com o meu nome, então é melhor dizer logo que essa tal obsessão se estende aos domínios de Poseidon… adoro aventuras marítimas, e o oceano me encanta, o que significa que eu não podia deixar de ler um clássico que se passa em alto mar: o livro de hoje é “Moby Dick”.

“Na cidade de New Bedford, em Massachusetts, o marinheiro Ismael conhece o arpoador Queequeg e, juntos, partem para a ilha de Nantucket em busca de trabalho no mercado de caça às baleias. Lá, eles embarcaram no baleeiro Pequod para uma viagem de três anos aos mares do sul. Entre eles, tripulantes de diversas nacionalidades: os imediatos Starbuck, Stubb e Flask; os arpoadores Tashtego e Daggoo, além de Ahab, o sombrio capitão que ostenta uma enorme cicatriz do rosto ao pescoço e uma perna artificial, feita do osso de cachalote. Obcecado por encontrar a fera responsável por seus ferimentos e que nenhum arpoador jamais conseguiu abater – a temível “Moby Dick” -, o capitão Ahab conduz o baleeiro e toda a sua tripulação por uma rota de perigos e incertezas.”

Acho que a maioria das pessoas já ouviu falar ou pelo menos tem uma noção do que se passa na história de “Moby Dick”, mas poucas pessoas efetivamente leram alguma versão (adaptada ou integral) da história. Eu li esse livro há mais ou menos 2 anos, então também só tinha uma ideia superficial do que se tratava. A história é muito diferente, no entanto, do que eu esperava. Não sei bem o que era exatamente que eu achava que ia encontrar, mas não era, certamente, uma grande descrição de caça às baleias ou de quais produtos podem ser feitos – e como fazê-los – com a carne e o óleo do tal mamífero. Pois bem, temos grandes doses disso, mas também uma boa narração de costumes dos marinheiros, pequenas lendas, formas de contar histórias… afora a parte de matar e estripar as baleias, que me deixou um pouco enjoada, o resto do livro – mesmo a sangrenta batalha contra a cachalote que dá título ao livro – é muito interessante.

As personagens são bem fascinantes, e eu gostei especialmente de Ahab. Ele é completamente insano quando se trata de Moby Dick, mas é também um homem do mar experiente, que não se deixa enganar pelas armadilhas que se escondem sob o imenso azul. A própria baleia não deixa de ser uma personagem interessante, mas admito que me deixou bem apavorada. Sou bem suscetível às características das narrativas que leio, e acabo por me envolver de tal forma que passo a ter sentimentos pelas personagens ou elementos de cada história. “Moby Dick” é uma leitura diferente do convencional, e eu recomendo! Acabou se tornando um dos meus preferidos!

Espero que tenham gostado! Bom restinho de semana e até a próxima!


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