O Símbolo Perdido (The Lost Symbol) – Dan Brown

Oi gente! Tá vendo como eu prometo e cumpro? Post novo todos os dias dessa semana! Hoje eu quero falar de um livro que não gostei muito, afinal, nem tudo que a gente lê a gente gosta, não é verdade? E o livro de hoje é “O Símbolo Perdido”, do Dan Brown.

Bom, joguem pedras se quiserem, mas eu não sou muito fã do Dan Brown… ele escreve bem, e sabe fundamentar bem o que escreve, mas parece que é tudo igual… Não vou dizer que a fórmula de repetição é uma exclusividade dele, mas que no caso dele é um pouco cansativo, isso é sim…

Bom, sobre o livro em si, eu tenho que dizer que o Langdon é realmente brilhante, mas que eu senti uma mudança muito grande nele desde os outros dois livros… ele parece ainda mais cético, o que eu acho que não condiz com a situação de quem ‘viveu’ o que ele teria vivido.

Aqui nós mergulhamos na maçonaria, e eu achei isso muito interessante, até por que meus conhecimentos sobre o assunto eram bastante vagos e meio difusos, mas o livro ajudou a solucionar um pouco esse problema, além de proporcionar muitas informações importantes para quem quer pesquisar mais e se aprofundar no assunto.

A trama ficou um pouco mais macabra que no ‘Código’, parece um pouco mais com aquelas cenas com os cardeais em ‘Anjos e Demônios’, mas ficou muito bom dentro do estilo do Brown. Uma pena que eu li o livro em Ebook e algumas imagens não estavam disponíveis para consulta na internet, então assim que eu adquirir o livro vou relê-lo para relacionar as coisas bem direitinho. A história se passa em torno de um amigo desaparecido do Langdon que ele tem que ajudar a resgatar, porque algum maluco o está sequestrando com o objetivo de descobrir os profundos segredos maçons. Para isso, ele conta com a irmã desse amigo, Katherine, e com conhecimentos sobre a ciência noética. Pra deixar a vida dele ainda mais difícil, a CIA está envolvida no caso, e ele não sabe se deve confiar ou não na agente Kato, a japonesa durona que comanda a operação. Contar mais que isso seria revelar o livro todo, já que é tão intrincado de pequenas tramas.

Eu recomendo a leitura de “O Símbolo Perdido” para quem gosta do estilo do Brown e não acha que ele seja cansativo, mas se alguém me pedisse recomendação de um livro dele – e só um – para ler, eu recomendaria ‘Fortaleza Digital’, que é o primeiro trabalho dele e – talvez por isso – o melhor, pelo menos na minha opinião.

Bom, sinto decepcionar os grandes fãs do trabalho dele, mas é isso aí! Beijos a todos e até amanhã!


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