O Templo de Milhões de Anos (Le temple des millions d’années) – Christian Jacq

Oi! Hoje é dia de série no blog, então vou continuar falando da série Ramsés, que, como eu disse na primeira resenha, me marcou muito, e se tornou uma das minhas queridinhas! Hoje é dia de “O Templo de Milhões de Anos”, segundo volume da saga.

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Pode conter spoilers involuntários dos livros anteriores

“No segundo volume da saga de Ramsés, tido como o Filho da Luz, ele é coroado faraó e terá que ultrapassar muitos complôs para conservar o trono.Ele dispõe de condições favoráveis para reinar com justiça e sabedoria, porém seu irmão Chenar e outros inimigos disseminam intrigas e armadilhas a seu respeito pelo reino. Só o amor de Nefertari, a grande esposa real, e da mãe, a sólida rede de amizades mantidas desde a adolescência, como Moisés, e a capacidade de Ramsés para avaliar os homens poderão ajudá-lo a assumir suas pesadas funções.”

Como eu contei no primeiro post, esses livros foram companheiros numa escola onde eu não tinha lá muitos amigos; foi a segunda vez na vida que eu lia um “livro grande”, e acho que a primeira série adulta que eu conheci – antes disso eu só tinha lido em série Harry Potter. É claro que a minha impressão do livro à época e agora, tantos anos depois é ligeiramente diferente, mas vou deixar pra contar os motivos mais perto da resenha do último livro, porque aí vai fazer mais sentido.

Nesse segundo volume, o pai de Ramsés morreu, e ele assume o trono como faraó em meio a uma ligeira desconfiança de seu povo, afinal, eles acabam de sair de um reinado próspero e tranquilo, de um homem tido como muito sábio, e o novo faraó é muito jovem, além de não ser o filho mais velho. Além de enfrentar essa dificuldade – já enorme por si só -, Ramsés ainda tem de lidar com todas as intrigas do irmão Chenar, que quer a todo custo tomar o trono – ainda que claramente não seja adequado para o cargo.

As personagens continuam as mesmas, mas podemos ver um desenvolvimento e um amadurecimento de todas elas, o que é sempre interessante. É claro que o livro não vai mostrar todos os fatos da vida do faraó, já que não é um documento histórico e sim uma biografia romanceada: o fato de que ele tinha mais de 50 esposas (concubinas), por exemplo, jamais é mencionado, e ficamos na impressão que ele só tinha duas, Nefertari – esposa que se tornou rainha – e Iset, a bela, a segunda esposa. Pra quem realmente quer conhecer a história egípcia, eu recomendaria pesquisas paralelas à leitura, mas não diria pra esquecerem o livro não! É bom demais!

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos nós e até a próxima!

Série “Ramsés:

1- O Filho da Luz

2- O Templo de Milhões de Anos

3- A Batalha de Kadesh

4- A Dama de Abu-Simbel

5- Sob a Acácia do Ocidente


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