Querido John (Dear John) – Nicholas Sparks

Oi gentem! Depois de séculos enrolando com esse livro em todos os sentidos possíveis eu vim sanar minha dívida com vocês! É dia de “Querido John” no blog!

Eu demorei pra ler por um motivo muito simples: Nicholas Sparks sempre me faz chorar! Minha intenção era fugir das lágrimas, ou pelo menos adiá-las, e aí a grande surpresa… eu não chorei! Claro que meus olhos se enxeram de lágrimas e que eu quis chorar em alguns momentos, mas eu francamente não achei o livro tão bom quantos os outros que eu li dele… mas vamos deixar a análise pra depois que eu resumir o livro, ok?

Bom, aqui conhecemos John Tyree, o narrador da história. Ele é um homem muito sério, calado e taciturno, mas que tem um bom coração. Foi criado pelo pai, já que sua mãe deixou sua família quando ele era bem jovem. Quando criança John compartilhava do hobbie do pai, colecionar moedas, só que um dia, cansado de viver uma vida simples enquanto seus amigos tem objetos e roupas de marca, ele briga com o pai, e a relação dos dois se torna extremamente seca e distante, o que ajuda a montar essa personalidade fechada que ele tem quando adulto.

Depois de um juventude típica de adolescente (não querer nada muito sério, se preocupar mais com festas do que com entrar na faculdade…) John entra para o exército. É lá que seu caráter é moldado e que ele amadurece. Ele está locado na Alemanha e em uma pequena licensa em sua cidade natal, ao lado do pai quando acontece o evento que muda sua vida: ele conhece Savannah Lynn Curtis.

Savannah é uma jovem religiosa, tranquila e muito centrada. Muito madura, ela está na cidade com um grupo de jovens de sua universidade que estão ali para construir casas para pessoas sem teto. Savannah é muito séria quando se trata de cuidar das pessoas que precisam de ajuda e com sua vida, mas é também uma moça divertida, que conquista o coração de John. Ele também conquista o coração dela, e nas duas semanas que passam juntos eles vivem um amor muito bonito, até que ele tem que voltar para a Alemanha. Eles combinam de se falar sempre, especialmente por cartas. (A primeira carta que a Savannah escreve é linda, por sinal)

Só que todo relacionamento tem imprevistos, e como em todo livro do Sparks, o imprevisto é uma tragédia: o 11 de setembro de 2001. Agora cabe a John fazer sua escolha: o amor ou o exército? E como essa escolha influenciará seu relacionamento com Savannah? Quem já tem leu qualquer coisa que seja do Sparks sabe muito bem que nada é fácil como deveria, certo? É o mesmo caso aqui.

Geralmente esses acasos dramáticos conquistam o meu lado romântico, mas no caso desse livro eu fiquei foi com raiva… da Savannah! Eu admito que sou meio feminista, mas nesse caso não deu! Ô menina besta, minha nossa senhora! Sabe quando ela podia ter ajudado um bocado e atrapalhou? Pois é, esse é o caso! Claro que o John não é nenhum santo, mas que eu fiquei bem zangada com a Savannah, ah! isso eu fiquei sim!

Mas isso não é motivo pra vocês não lerem o livro, ok? Ele é ótimo, lindo e romântico! E fica a dica pra quem lê em inglês: na Livraria Cultura e na Fnac dá pra encontrar versões que parecem pocket por um preço super amigo! Eu comprei o meu por APENAS 17 reais! Em português ele custava tão caro que eu nem tive coragem =/ Bom, eu SUPER recomendo a leitura, além de recomendar os outros dois livros dele que eu li: The Notebook(O caderno de Noah – O diário da nossa paixão) e A Walk to Remember(Um amor pra recordar). O próximo que eu vou ler vai ser “A última música”, e depois vou ler “Noites de tormenta”! Já viram que eu sou fã dele, né? kkk!

Então fofos, espero que tenham gostado! Eu sei que alguns estavam esperando que eu falasse de “Pirâmide” hoje, mas eu resolvi deixar pra depois, ok? Bom, por hoje é só então, ok? Até a próxima e boas leituras pra todos!


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