Retrato Mortal (Portrait in Death) – J. D. Robb

Oi! É sexta e dia de Série Mortal, além de ser dia de desculpas: eu deixei de fazer a resenha na quarta, mas foi por um bom motivo. Tinha uma reunião muito importante no trabalho e não tinha nenhuma condição mental de pensar em sequer sentar, que dirá resenhar alguma coisa, então desculpem-me! Vou compensar, prometo! No mais, hoje é dia de “Retrato Mortal”!

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Pode conter spoilers involuntários dos livros anteriores

“Eve Dallas vive no ano de 2059, mas nem por isso é uma detetive diferente das atuais: corajosa, destemida, inteligente e muito impaciente: agora ela está à caça de um serial killer que assassina vítimas jovens e inocentes, as fotografa após a morte e, no fim, envia as poses para os jornais como se fossem modelos à procura de um emprego. A trama começa quando um corpo é encontrado num reciclador de lixo, e Nadine repassa a informação. Eve parte, então, no encalço de um criminoso que se propõe a oferecer às suas vítimas a eternidade arrancando-lhes a vida no auge da juventude. O assassino, supostamente um fotógrafo, observa, analisa e registra cuidadosamente cada movimento de seus modelos antes de capturá-los. Sua missão macabra é absorver a inocência, a beleza, a juventude e a vitalidade das vítimas, sugando-as para a câmera com o intuito de tirar um derradeiro e assustador… retrato mortal. Para dificultar ainda mais a tarefa de Eve, um inesperado obstáculo se colocará à sua frente: seu marido, Roarke, descobrirá terríveis fatos sobre o próprio passado. Assim, ela terá de dar assistência ao homem que ama, caminhando na corda bamba que liga a sua vida profissional à pessoal, e buscando justiça nos dois lados do seu mundo.”

Esse foi um livro muito cheio de acontecimentos: a investigação foi bem movimentada e a vida pessoal de Eve e Roarke virou quase que de cabeça para baixo com a revelação sobre a família do nosso irlandês preferido, e os dois passaram um bom tempo em conflito, já que Roarke não queria dividir as frustrações com a Eve. Achei isso bem coisa de criança, já que ele passa o tempo inteiro enchendo a paciência dela pra que ela divida os problemas com ele. Fiquei meio zangada com ele nesse livro, vou admitir!

Não temos introduções de novas personagens, mas as que já conhecemos estão firmes e fortes passando por várias coisas em suas vidas pessoais. A investigação, inclusive, machuca uma delas no final do livro, e isso deixa a Eve doidinha, é bem doce de ver. Já que estamos no assunto, a briga entre Summerset e Eve está particularmente engraçada – e doce, ao mesmo tempo – nesse livro, já que ele quebra a perna antes de sair de férias e tem de ficar de repouso em casa, o que a deixa louquinha da vida. A soma geral desse livro é tensão, comoção e risos. Recomendo!

Espero que tenham gostado! Bom fim de semana para todos e até a próxima!


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