Sonetos (Shakespeare’s Sonnets) – William Shakespeare

“If this be error and upon me proved,

I never writ, nor no man ever loved.”

Soneto 116 – Shakespeare

Oi! Como foram de feriado? O meu foi ótimo e deu pra colocar muita coisa em dia – inclusive um pouco de descanso! Não se preocupem com as duas resenhas que não foram feitas nesse período, elas serão devidamente compensadas. A resenha de hoje é uma homenagem a seu autor: hoje é aniversário de morte de Shakespeare, um dos mais famosos escritores do mundo, e um dos meus autores favoritos. Até hoje, resenhei apenas suas peças; hoje é dia de falar de seus sonetos.

“Soneto é uma composição poética de 14 versos, em geral rimados e dispostos em quatro estrofes, duas de quatro versos e duas de três. Ao que tudo indica, o soneto foi criado na Sicília, onde era cantado da mesma forma que as tradicionais baladas provençais. Essa composição poética aderiu nos tempos modernos ao humanismo e também à devoção barroca. Os Sonetos (Sonnets) de Shakespeare, um dos maiores dramaturgos da literatura universal, são uma coletânea de 154 sonetos que, em plena era elizabetana, entre 1593 e 1600, figuram entre as mais belas e importantes obras em língua inglesa. Os temas abordados, na maioria dos sonetos, são o amor, o ciúme, a morte, o mistério e outras paixões do ser humano.”

Shakespeare é considerado o grande autor inglês, representando a Inglaterra como nenhum outro antes. Suas peças são adaptadas até hoje, mais do que as de qualquer outro autor no mundo, e suas obras são estudadas com constância. Quase todo mundo conhece um resumo de pelo menos algumas de suas peças (notadamente “Romeu e Julieta”, “Hamlet” e “Sonho de Uma Noite de Verão”), mas poucos realmente leem as obras completas e menos gente ainda lê os sonetos. Uma pena, pois são realmente lindos.

Dos 154 sonetos, meus preferidos são o 116 e o 148, mas outros também me emocionaram muito. Pra quem não está acostumado a ler poesia pode ser um pouco complicado no início, mas, se se pensar que as metáforas são muito usadas e que nem sempre a ideia iniciada termina em um verso só, fica mais fácil. Explicar um soneto – ou qualquer poema, por sinal – já tiraria dele toda a graça, então essa não é a intenção desta resenha. O que eu quero é incentivá-los a experimentar esse tipo de literatura, que moveu tantos amores e tantas pessoas ao longo dos anos – e que, eu acredito firmemente, vai continuar a mover por muitos mais.

Sempre que eu leio um dos sonetos, consigo ver a beleza dele, mesmo que eu não necessariamente goste do conjunto da obra. Existem muitos livros que trazem só os sonetos de Shakespeare, sem as peças que o tornaram tão famoso, então vale a pena procurar e experimentar um tipo de leitura diferente! Eu recomendo!

Espero que tenham gostado! Bom resto de semana para todos e até a próxima!


2 thoughts on “Sonetos (Shakespeare’s Sonnets) – William Shakespeare

    • Oi Camis! Imagina, fico só feliz que seu braço esteja melhorando! Eu também ando passando no Leitora pra comentar vários posts de uma vez, quando dá tempo com minha correria diária! rss!
      Um beijão pra você!

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