Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night’s Dream) – William Shakespeare

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Olá gente! Primeiramente, peço desculpas aos blogs amigos que ficaram sem visitas essa semana, e aos leitores que não tiveram post meu na semana passada! Acho que vocês notaram que pelo menos por enquanto eu vou ter que ficar limitada a um post por semana, no máximo dois, mas eu não esqueço de vocês, viu? Minhas leituras andam muito focadas na Inglaterra Isabelina e na Grécia Antiga, que são duas matérias que eu estou cursando na faculdade esse semestre, então eu vou resenhar uma das comédias mais famosas de Shakespeare, “Sonho de uma Noite de Verão”, que, além disso, é uma das minhas favoritas dele, e que eu reli na semana passada pra essa matéria que eu falei pra vocês (que, por sinal, se chama “Literatura Inglesa IV – Drama Isabelino”). Não me esqueci de postar as fotos da minha estante, e estou pensando em uma nova sessão pro blog relacionada com ela, então não se preocupe que ela virá! Vamos à resenha?

Bom, “Sonho de uma noite de verão” conta quatro histórias em uma, e essas histórias se entrelaçam, mas dessas quatro, duas – a dos amantes e a das fadas – são as partes mais conhecidas e mais interessantes – ousaria até dizer mais importantes, dependendo do ponto de vista. As personagens estão divididas entre essas quatro histórias, no início, e com o desenrolar da peça elas acabam por ter contato umas com as outras – mas nem todas tem contato entre si.

Os amantes – Lisandro e Hérmia e Demetrio e Helena – são o primeiro grupo. A história deles é a seguinte: Lisandro e Demétrio amam Hérmia, que ama Lisandro, mas foi prometida por seu pai, Egeu, em casamento a Demetrio. Helena é amiga de Hérmia, e conhece Lisandro, mas ama mesmo é Demétrio, de uma forma até patética – ela chega a se humilhar para ele na peça. O pai de Hérmia vai até o duque de Atenas – Theseu, que está prestes a se casar e que com a noiva, a amazona Hipólita, forma uma segunda história – e pede que ele faça valer uma antiga lei da cidade que diz que a filha é propriedade do pai, e que se ela não quiser se casar com quem o pai escolher, poderia morrer ou então deveria se tornar uma “freira” dedicada à deusa Ártemis (Diana, para os romanos). Lisandro e Hérmia resolvem então fugir da cidade, e Helena denuncia o plano para Demétrio, que vai atrás deles na floresta onde a história se passa.

Enquanto isso, em algum lugar pobre, um grupo de trabalhadores da cidade está ensaiando uma peça para apresentar no casamento do Duque, e resolve ensaiar na floresta, coincidentemente na mesma noite que os amantes estão nela. Esses trabalhadores formam uma terceira história. Na floresta, simultaneamente a tudo isso, o rei das fadas, Oberon, e sua mulher, a rainha das fadas Titânia, estão em pé de guerra, pois Oberon quer uma coisa que a rainha não quer lhe dar. Ele resolve, então, punir sua mulher, usando uma flor que foi, por engano, flechada por Cupido. Ele conta com a ajuda de seu fiel Puck, uma fada muito travessa (ele é menino, viu gente? rss) e que sempre ajuda seu mestre. As fadas são uma quarta história, e nessa tal noite de verão uma confusão atrás da outra trazem risos e alegrias para o leitor!

Eu já tinha lido a peça há muitos anos, ainda criança, e relê-la foi ótimo, e eu recomendo pra todo mundo! Vocês vão ver como essas quatro histórias se entrelaçam e criam um enredo ainda maior e mais interessante em sua totalidade! Apaixonante, de verdade!

Bom gente, espero que vocês tenham gostado dessa resenha GIGANTE, e que não se esqueçam de mim, que eu não me esqueço nunca de vocês ;) Beijos enormes e até a próxima!


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