Bridget Jones: Louca Pelo Garoto (Mad About the Boy) – Helen Fielding

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Oi! Hoje não deveria ser dia de série, mas ando com vontade de deixar tudo em pratos limpos, e, para mim, uma boa parte disso é ter todas as séries devidamente organizadas. Achei melhor começar pela Bridget, já que li o terceiro livro logo no início do ano e ele é o único faltante. Vem ver como anda a mais famosa personagem de chick-lit de todos os tempos em “Bridget Jones: Louca Pelo Garoto”.

Pode conter spoilers involuntários dos livros anteriores

“Em seus 50 anos, viúva, mãe de dois filhos na Londres contemporânea, Bridget retoma seu diário abandonado e mostra que continua a mesma, e ainda mais viva – e ativa – do que nunca. O tempo se encarregou de trazer à sua vida outros dramas e dilemas, mas não levou embora seu jeito estabanado e a personalidade luminosa sem a qual ela não poderia enfrentar os momentos comoventes que a aguardam. Além de não descuidar da balança e manter-se longe dos cigarros, agora ela também precisa se preocupar com sites de relacionamentos, o número de seguidores no Twitter e os perigos de trocar mensagens de texto depois de algumas taças de vinho. Ainda às voltas com os amores, Bridget tropeça em novas confusões e tenta em vão se esquivar das gafes que ajudaram a consagrá-la como uma das personagens mais divertidas da literatura feminina, enquanto figuras antigas e recentes desfilam por sua vida – sobretudo um garoto misterioso que vem para balançar seriamente suas certezas.”

Vou admitir que no começo eu estava bem receosa em ler este livro. Tinha gostado muito do primeiro e nem tanto assim do segundo, e definitivamente esperava ficar deprimida ao ver que o Mark tinha morrido, afinal, passei o tempo todo torcendo por ele, que era uma personagem realmente boa. Não vou mentir: começar o livro foi mergulhar numa ligeira nostalgia e num bocado de tristeza, porque quando a Bridget menciona o marido é com dor e saudades, e não pude deixar de me colocar o lugar dela e em pensar como seria difícil ter filhos e perder o marido amado de uma maneira trágica. Não deve mesmo ser fácil, e acho que o grande mérito do livro – que até o redimiu do segundo, bem mais fraco, – foi mostrar que até dentro de uma personalidade estabanada e distraída pode se esconder uma pessoa que toma as rédeas da própria vida.

A narrativa é boa e as personagens – tanto as que já conhecemos quanto as que aparecem aqui pela primeira vez – são boas e consistentes, e achei que a combinação foi bem apropriada para formar um livro que se passa tantos anos depois do anterior mas mantendo a essência do que veio antes. “Louca Pelo Garoto” é bem melhor do que “No Limite da Razão” e, guardando-se as devidas reservas e mudanças, tão bom quanto “O Diário de Bridget Jones”. Recomendo bastante!

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos nós e até a próxima!

Bridget Jones:

01- O Diário de Bridget Jones

02- Bridget Jones: No Limite da Razão

03- Bridget Jones: Louca Pelo Garoto


Bridget Jones: No Limite da Razão (Bridget Jones: The Edge of Reason)

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Olá! Estou de volta ao Brasil, cheguei ontem depois de dois dias de viagem, e vim matar as saudades de resenhar e de vocês! Sobre a viagem, caso queiram saber alguma coisa, basta perguntar: posso até fazer um post sobre ela, se tiverem interesse. Sobre a escolha do livro de hoje, foi simplesmente pelo fato de que já era hora de continuar mais uma série, e essa já estava engavetada há um tempo, então aqui estamos para resolver isso. Hoje é dia de rever nossa querida e neurótica Bridget!

“Bridget Jones, mulher de trinta e poucos anos que luta para emagrecer e largar seus vícios de cigarro e bebida, depois de muito sofrer, finalmente arranjou um namorado! E não só: o namorado perfeito! Mas ao contrário do que se poderia imaginar, Bridget agora tem ainda mais problemas do que antes! Entre eles, impedir que seu namorado seja roubado por uma falsa amiga, lidar com o chefe problemático na produtora de TV em que trabalha, enfrentar um enorme buraco no meio de sua sala e conviver com a mãe obcecada por si mesma. Mantendo o bom humor de sempre e tentando arranjar sua vida, Bridget Jones está de volta, pra perceber que um namorado não é a solução para seus problemas!”

Bom, esse livro é a continuação de “O Diário de Bridget Jones”, que foi um grande sucesso, abriu as portas do chick-lit e de que gostei muito, mas não é nem de longe tão bom quanto o primeiro. A narração continua na mesma linha que já tinha consagrado sua autora: bem humorada, cheia de comentários divertidos da própria Bridget (o livro é escrito em forma de diário) e com personagens bem colocadas, mas uma coisa nele conseguiu me deixar com o pé (bem) atrás: a forçação de barra para deixá-lo engraçado – e torná-lo um paralelo de “Persuasão”, da Jane Austen.

O primeiro livro era inspirado, segundo a autora, em “Orgulho e Preconceito”. Até aí tudo bem, e fãs da obra de Austen poderiam facilmente ver alusões e cenas claramente inspiradas em seu livro mais famoso. Combinado às personagens legais e divertidas, o livro e o filme foram sucessos, e essa fórmula foi novamente tentada na continuação e a coisa desandou bastante: as comparações com “Persuasão” poderiam ter sido geniais, não fosse o fato que tornaram a protagonista uma completa retardada! É, Bridget Jones deixou de ser só neurótica e passou a ser a maluca descontrolada, e foi aí que eu não curti o livro tanto assim.

Obviamente que o livro tem seus méritos: algumas partes dele são muito engraçadas e realmente me fizeram rir muito, e algumas das trapalhadas da protagonista a deixaram coerente com o primeiro volume. Mark Darcy continua charmoso e coerente com quem foi durante a primeira parte da história, e adorei poder revê-lo na segunda. Daniel Cleaver continua o mesmo, também, o que significa que rendeu sua cota de risos e aquele desespero básico de que Bridget pudesse cair – de novo – em sua conversa mole.

No geral o livro quebra um galho para rir e passar um tempo sem pensar em nada sério, mas não é a melhor leitura que eu tive na vida e certamente não é o melhor chick-lit que já li. Ano passado foi lançada uma terceira parte para as aventuras de Bridget, mas não sei se tenho ânimo para ler. Se tiver, volto aqui e conto tudo!

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos e até a próxima!

Bridget Jones:

01- O Diário de Bridget Jones

02- Bridget Jones: No Limite da Razão

03- Bridget Jones: Louca Pelo Garoto


O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones’ Diaries) – Helen Fielding

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Oi gente! E aí, tudo bem com vocês? Tô em contagem regressiva pras férias, e mal posso esperar por elas, e nesse espírito, vim trazer mais um livro! Tá vendo, eu fico feliz e vocês que se beneficiam! kkk! O livro de hoje é um Diário, e bem famoso! rss

Bom, acho que todo mundo já ouviu falar d’“O Diário de Bridget Jones”, seja o livro ou a adaptação cinematrográfica (que eu, por sinal, adoro, acho divertidíssima!), mas como eu gosto muito, vale a pena um registro básico aqu no blog! Pra quem não sabe, Bridget é uma mulher solteira, de 30 e poucos anos, gordinha, fumante e que adora uma bebida. Bridget tem um emprego mais-ou-menos, quer parar de beber, perder uns quilos, largar o cigarro e arrumar um namorado. Mas quem é que disse que a vida é fácil se você for uma balzaquiana?

Bridget se envolve com Daniel, seu chefe, e foge do pretendente que sua mãe arrumou, Mark Darcy (não que ele esteja exatamente correndo atrás dela…), além de sair e se divertir com seus HILÁRIOS amigos, que, só com Bridget, já valeriam o livro, mas já tem que tem Daniel (o cafajeste) e Darcy (hm…), por que não aproveitar, não é mesmo?

O livro é envolvente, divertido e animado! Altamente recomendado! E sabe o que eu mais gosto nele (além do fato de ter uma continuação hilária)? Ele é escrito em forma de diário! Gente, é de morrer de rir com a Bridget descrevendo as coisas que acontecem com ela! E se depois de terminar de ler o livro, você tiver uma vontade LOUCA de ler o próximo, e ainda emendar os dois filmes, não se reprima, e divirta-se colega, porque a vida é curta demais! Tô inspirada hoje!! kkk! Beijos a todos, e boa semana ;)