Origem Mortal (Origin In Death) – J. D. Robb

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Oi! Hoje eu trabalhei tanto e fiz tanta coisa que nem parece que ainda tem sol lá fora – e que meu dia está longe do fim! Estava quase levantando do computador, exausta, quando lembrei que a resenha da série Mortal do mês passado já estava atrasada, aí vim remediar o problema antes de, finalmente, poder ir descansar! É dia de “Origem Mortal”!

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Pode conter spoilers involuntários dos livros anteriores

“A tenente Eve Dallas recebeu um chamado do Centro para Reconstrução Corporal e Cirurgia Estética: uma popular estrela de cinema foi espancada até seu rosto virar uma massa disforme de sangue. Para sorte da polícia, a vítima acabou matando seu agressor ao tentar se defender. No interrogatório, a tenente confirma se tratar de um caso inconfundível de assassinato em legítima defesa. Tudo se complica, porém, quando, antes de sair do prédio, outro caso macabro surge das mais sinistras sombras: o dono da clínica acabou de ser encontrado morto em seu consultório. Foi assassinado com um estilete cravado em seu coração. Qual será a relação das duas mortes? Será que o assassino da artista foi realmente morto no ataque? Com a tenacidade de sempre, Dallas segue seus instintos mais obscuros e mergulha no passado das duas vítimas, descobrindo os segredos de um mundo, até então, desconhecido para ela.”

Este livro tem uma trama um tanto complicada. Não pela complexidade dos crimes ou da mente do assassino, mas porque, no fim das contas, o que leva aos crimes acaba por confundir a cabeça do leitor. Se eu disse muito mais que isso estou dando spoilers demais, então vou dizer que: as personagens não mudam (não há inserção de ninguém que vá ser significativo para o arco da história), a narrativa continua no mesmo estilo das anteriores, e que eu não gostei muito desse livro. Há que se ler para continuar acompanhando os acontecimentos, mas a verdade é que eu não tive muita paciência pra o que acontece – o crime me deixou nervosa, isso sim! Recomendo? Sim, pelo bem do arco narrativo, mas não pela história em si. Não é o melhor livro da série, mas compensa ler se você pensar que a maioria é tão boa!

Espero que tenham gostado! Bom fim de semana para todos nós e até a próxima!


Sobrevivência Mortal (Survivor in Death) – J. D. Robb

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Oi! É feriado e não seria dia de resenha, mas como comemorei meu aniversário na quinta, acabei por não fazer a resenha mensal da série Mortal que seria correspondente a outubro. Aqui estou para remediar esta situação e tentar pôr pelo menos um pouco de ordem na minha vida atualmente bem caótica! É dia de “Sobrevivência Mortal”!

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Pode conter spoilers involuntários dos livros anteriores

“Outono de 2059. A corajosa tenente Eve Dallas se vê diante de assassinos que agem de forma fria e meticulosa e usam recursos militares precisos e cruéis para exterminar uma família inteira. Contudo, uma menina de nove anos sobrevive ao massacre. A missão da equipe investigativa é proteger a sobrevivente e, ao mesmo tempo, descobrir quem são as pessoas que assassinaram a família e porque a consideram tão importante.”

Esse livro foi considerado pela maioria das pessoas com quem falei como um dos mais pesados. Como já começa com um crime brutal – sempre, né? Afinal, Dallas trabalha na Divisão de Homicídios – que foi presenciado por uma criança pequena o livro já conseguiu a proeza de sair na dianteira das histórias macabras que Eve vive. Acho que meu estômago já não liga muito pra isso – pelo menos quando se trata de literatura; na vida real eu sou uma pessoa bem normal que tem pavor desse tipo de coisa! -, então consegui analisar a história a partir da investigação em si, não pensando se uma criança tinha ficado traumatizada no processo! A narrativa segue a mesma linha das anteriores, e aqui não somos apresentados a novas personagens, então podemos curtir as dinâmicas já existentes entre as que conhecemos e amamos – especialmente o melhor casal, Eve e Roarke. Demorei a sacar quem cometia os crimes, mas como não sou nenhuma proeza de adivinhações nesse sentido – acabo me envolvendo tanto com outros aspectos da história que nem ponho a cabeça pra funcionar e descobrir – não conto como referência. Um livro muito bom, uma das melhores investigações da série – ainda que eu goste mais quando há mais momentos de desenvolvimento pessoal das personagens que compõem a vida da Tenente.

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos nós e até a próxima!


Visão Mortal (Visions in Death) – J. D. Robb

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Oi! Setembro está terminando e é hora de resenhar mais um livro da Série Mortal! Por incrível que pareça, logo estaremos pareados com as publicações aqui no Brasil, então as resenhas não serão mais mensais! Faltam poucos livros para chegar ao que acaba de ser traduzido, então acho que meu projeto está dando certo! Nesse clima feliz, é dia de “Visão Mortal”.

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“O verão de 2059 tinha sido muito longo, quente e sanguinolento. Em uma das noites mais quentes do ano, uma ligação da Emergência envia a tenente Eve Dallas ao Central Park, onde ela vai mergulhar de cabeça em uma investigação nada menos que infernal. A vítima foi encontrada nas pedras, pouco acima da superfície escura e plácida das águas do lago. Não usava roupa alguma, com exceção de uma fita vermelha, feita de gorgorão, atada em torno do pescoço. Suas mãos estão colocadas sobre os seios, em oração. Mas são os seus olhos – removidos com a precisão de quem tem a habilidade de um cirurgião veterano – que deixaram Dallas mais alarmada.”

Todo caso que a Tenente investiga e que a faz lidar com algo fora de sua zona de conforto é bem divertido, já que ela sempre reage de uma forma cômica ou cética (ou uma combinação hilária das duas coisas). Tudo bem que assassinatos jamais serão legais e/ou divertidos, mas pra contrabalancear o clima sombrio da investigação (esse negócio de arrancar os olhos me deixou bem agoniada) Eve recebe a ajuda de uma “sensitiva”, Celina Sanchez, que é causa de desconforto visível para uma mulher tão prática e que não tem absolutamente nenhuma fé em assuntos do outro mundo. Apesar do papel que Celina acaba por representar na história, pelo menos deu pra ter um alívio da tensão em grande parte da narrativa.

Nesse livro Peabody acaba por se ferir, e a lealdade de Eve para com ela é bonita e tocante. É bem legal ver como uma detetive que começou só como uma policial comum se tornou parceira de uma grande profissional, e como as duas desenvolveram uma amizade tão incomum e bonita! Aliás, é nesse livro que Dallas divide seu maior segredo com Peabody, selando de vez a cumplicidade entre as duas. É um livro muito bom e que forma muito bem o arco da história! Recomendo bastante!

Espero que tenham gostado! Bom resto de semana para todos nós e até a próxima!


Dilema Mortal (Divided in Death) – J. D. Robb

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Oi! Desculpem-me pela falta de resenhas na sexta! Não estava na minha melhor forma e acabei por simplesmente esquecer! Vou compensar essa semana, nem que tenha que programar com antecedência, prometo! Como hoje se fecha agosto (aleluia! Eita mezinho que não termina!), é dia de “Dilema Mortal”, 18º livro a acompanhar as aventuras da minha Tenente preferida.

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“Reva Ewing, uma ex-agente do Serviço Secreto norte-americano que agora trabalha como especialista em sistemas de segurança nas Indústrias Roarke, é a principal suspeita num caso de duplo homicídio. Afinal, tinha muitos motivos para matar o marido, o escultor mundialmente famoso Blair Bissel. Além de ele estar tendo um caso, sua amante era a melhor amiga de Reva. No entanto, chamada para investigar o caso, a tenente Eve Dallas acredita na inocência de Reva. Seus instintos lhe dizem que a cena do crime estava arrumada demais, lembrando um cenário, e as respostas pareciam muito óbvias. Quando investiga mais a fundo, descobre que, no exato instante em que uma faca de cozinha era enfiada entre as costelas das vítimas, a senha do estúdio do escultor morto estava sendo trocada e percebe que todos os dados de seu computador foram corrompidos e destruídos.”

Esse livro trouxe uma investigação sinistra, cheia de reviravoltas e com revelações macabras sobre o passado de Eve. Cada vez que algo sobre ela se revela, Roarke se mostra (mais e mais) uma das melhores crushes-literárias de todos os tempos, porque entra no modo protetor e amoroso hiper depressa! Achei que essa história segurou bem o ritmo da anterior, sem cair de qualidade, como às vezes acontece nessa série. Não temos introdução de novas personagens, o que é compensado pela quantidade de informações novas sobre as personagens que já conhecemos. Achei que o balanço geral ficou bom e que a combinação de investigação, narrativa e personagens deu em um bom livro. Recomendo!

Espero que tenham gostado! Boa semana para todos nós e até a próxima!


Imitação Mortal (Imitation in Death) – J. D. Robb

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Oi! Acordei mega cedo pra ter aula e resolvi que a resenha ia sair mais cedo também. É dia de série, dia de matar saudades de personagens preferidas e dia de Série Mortal. Hoje chegamos ao décimo sétimo livro, “Imitação Mortal”.

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“Verão de 2059. Um homem usando capa preta, bengala e cartola se aproxima de uma prostituta em uma rua escura de Nova York. Minutos depois, a mulher está morta. Um bilhete é deixado na cena do crime, endereçado à tenente Eve Dallas, convidando-a a participar de um jogo de gato e rato a fim de descobrir a identidade do assassino. A assinatura no bilhete é, simplesmente, “Jack”. Eve e Peabody montam uma lista de suspeitos, baseada na nota deixada por “Jack” num papel especial, mas se deparam com um problema: os suspeitos são pessoas com influência e poder, e não querem cooperar. Por isso Eve tem de ser cuidadosa, mesmo após outro ataque onde o assassino imita o estrangulador de Boston. Além de lidar com esse caso difícil, Eve tem de lidar com o nervosismo de sua assistente, Peabody, que está prestes a prestar seu exame para detetive e com Roarke que teme pela vida de Eve, pois o assassino deixa claro em seus bilhetes, que seu assunto com Eve é pessoal. Agora Eve está no rastro de um assassino que sabe tanto quanto ela sobre histórias de serial killers, e estudou os mais notórios, cruéis e infames crimes da história, e os está revivendo.”

Lembro de ter gostado muito dessa história, porque além de falar sobre serial killers do passado, pude ver um pouco mais de desenvolvimento na relação de Eve e Peabody. Foi muito legal vê-la se desenvolvendo na carreira e ver como a Eve lidou com isso – além de ver uma das cenas finais mais legais da série (e a “pré-última-cena” também foi divertida e doce, já que Eve coloca uma farda pela primeira vez no curso da série e o Roarke acha aquilo incrível, apesar de sua aversão a policiais). A investigação é boa, a narrativa é clássica da Nora e as personagens se comportam de um jeito legal: tudo isso forma uma combinação bem bacana, e eu recomendo bastante essa leitura!

Espero que tenham gostado! Bom fim de semana para todos nós e até a próxima!